Início Saúde e Bem Estar Variante BA.2 do coronavírus pode ser mais virulenta e transmissível

Variante BA.2 do coronavírus pode ser mais virulenta e transmissível

8
0

Variante BA.2 do coronavírus pode ser mais virulenta e transmissível segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). A organização,monitora quatro subvariantes da Ômicron, classificada como “preocupante”.

Variante BA.2 do coronavírus pode ser mais virulenta e transmissível segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).
Variante BA.2 do coronavírus pode ser mais virulenta e transmissível segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

Segundo Maria Van Kerkhove,Líder técnica da covid-19 na Organização Mundial de Saúde (OMS), algumas pesquisas apontam que a sublinhagem BA.2 da variante Ômicron da covid-19 pode ser mais virulenta que a BA.1, porém notou que isso não é algo conclusivo até o momento.

Durante sessão de perguntas e respostas sobre o tema, ela afirmou também que a BA.2 é “mais transmissível”.

Maria Van Kerkhove disse ainda, que a OMS monitora neste momento quatro subvariantes da Ômicron, entre elas a BA.2. A Ômicron já é classificada como variante de preocupação pela entidade, lembrou.

A autoridade desvalorizou o argumento de que a ui variante Ômicron possa ser caracterizada como uma “doença leve”, lembrando que há hospitalizados e mortos por essa variante.

Segundo ela, a OMS continua a estimular o uso de máscaras, sobretudo em locais fechados, mesmo para as pessoas vacinadas. Ela enfatizou que as vacinas ajudam a reduzir os riscos de internações mortes e também de contrair a doença, “mas elas não preveem 100% das infecções”.

Maria Van Kerkhove ainda advertiu que “ainda estamos em uma situação muito perigosa na pandemia”.

Ela disse que esse quadro não durará para sempre e que a pandemia acabará, mas a velocidade com que isso ocorrerá “depende de nós”. E ressaltou a importância de se ampliar a cobertura vacinal em todos os países pelo mundo, o que poderia provocar uma “redução significativa” das mortes pela doença em alguns meses. Caso contrário, a tendência é continuarem a surgir novas variantes, que podem ser mais leves, mas também mais graves, comentou.

Maria Van Kerkhove também destacou a importância de manter escolas abertas, para as crianças, e disse que há exemplos pelo mundo de instituições que, com as medidas recomendadas, como o uso de máscaras e o distanciamento social, têm conseguido funcionar mesmo na pandemia.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui