Hoje é um dia de muita reflexão. Quem sabe, tenha chegado o dia de sair do berço, engatinhar e andar. Nossa África! Porque? black friday e não white friday ou (sexta feira branca)? Etc. Apenas reflete.

África, BERÇO DA HUMANIDADE, berço significa origem, para tanto não será mal algum considerar que se deve a ela tudo que existe no mundo enquanto realizações das sociedades humanas. Tão simples quanto isto é sensato pensar que o mundo roga por um tributo aos africanos pela contribuição epistemológica, dada a nível dos saberes que se compreendam ter sua génese, no berço.

Portanto, compreende-se que África a muito que saiu do berçário e andou? Precisamos desenvolver uma auto ideologia e autoconsciência que nos permita chegar a uma relação profunda sobre verdades que a muito se quer enterrar. Isto será possível se reprogramarmos os cérebros, recalibrar os nossos controlos internos por formar a enxergarmos o óbvio.

Convenhamos que o passo é marcado firmemente para frente com o suporte do pé esquerdo que interpoladamente se coloca para trás. Temos de convir que nada melhor do que conhecer a antropo-histária africana pelos próprios africanos se quisermos descortinar a verdadeira essência das civilizações africanas.

É necessário dar uma auria de verdades as gerações futuras para que já mais pela suposta supremacia ocidental penosa e filosofia oportunista percam de vista a essência do Berço. A escrita individual colectiva por meio de investigação e o ensino desde as classes iniciantes é um aliado fundamental para a consciencialização dos ideias africanos apregoados por seus vários cientistas desapaixonados que procuraram vislumbrar a mais pura verdade sobre o posicionamento dos modos de vida de povos africanos requintadamente autóctones.

Com este excerto pretendeu-se refletir por tão insignificante que possa parecer, sobre a desconstrução e desintegração em nosso ADN cultural as convicções irrefletidas segundo as quais caracterizam a África e os povos africanos sociedade do terceiro mundo como se habitassem em planetas diferentes. Neste sentido percebe-se claramente que a África é vertiginosamente observada no ponto de vista das cosmovisões do mundo ideal do observador (O indicador de desenvolvimento não deve ser apenas o uso por ex:, de Smartfone, afinal as sociedade não podem nem devem ser lineares- Cada grupo humano em seu contexto possui sua cosmovisão de MUNDO).

Fica claro que não há intenção absolutamente nenhuma em categorizar e superiorizar culturas, mas fazer justiça epistemológica criteriosamente cientifica. Em suma, pretende-se emancipar o pensamento sobre a África negra dos grilhões dos ditos não ditos pelos supostos civilizados. É uma viajem que pode não tem volta. Quando abraçamos o desafio da abordagem da Antropologia, independentemente do seu nível e profundidade striptus ou latus sensus, experimentamos a estranha sensação de uma aventura sem igual. É a sensação de uma incursão ao âmago do ser mais complexo na face da terra: o ANTROPO (Camuanha 2019).

Somos frequentemente condenados a aceitar determinadas crenças através da transmissão de valores, educação, media, religião em escala, numa velocidade vertiginosa, ou seja, escolas e meios propositadamente institucionalizados para o efeito, este facto mantem o mundo na mediocridade.

Porquanto, A capacidade de refletir acerca dos nossos pensamentos e o poder sobre o puder do nosso saber são factores antropo-psicologicos que tornam as pessoas mais humanas. Não na perspectiva da suposta “evolução”, mas sim, o sentido humano de cada povo se posicionar no mundo, em seu contexto sem interferência com fins inconfessos de outros povos, que supostamente aparecem como os “bons samaritanos”, dizem os mais velhos “ o Rato roí e sopra”.

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