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    CONHEÇA O MUSEU DA FELICIDADE

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    O primeiro Museu da Felicidade do mundo foi inaugurado em Julho de 2019 em Copenhague – capital da Dinamarca.

    Apesar de pequeno, a proposta do museu é explorar as grandes questões da vida: a história da felicidade, a política da felicidade, o porquê dos países nórdicos serem considerados os mais felizes e, até, a anatomia de um sorriso.

    O Museu da Felicidade é uma iniciativa do Instituto de Pesquisa da Felicidade (Institut for Lykkeforskning), que auxilia os tomadores de decisão sobre as causas e efeitos da felicidade. Esse instituto encontra-se no meu radar há algum tempo, visto que possuem pesquisas bem estruturadas em relação a bem-estar – tanto no meio organizacional, quanto no público. E imagino que o Museu da Felicidade seja uma medida para aproximar os cidadãos dos projetos de pesquisa.

    Segundo o site oficial, o instituto decidiu criar um local onde eles podem trazer ‘a felicidade de volta a vida‘ – uma expressão do inglês que indica renovação. Nesse caso, deve estar relacionada a aproximação da felicidade no dia-a-dia das pessoas, de um jeito concreto, ao mostrar ludicamente a evolução do termo em 2 mil anos de história ou os avanços da neurociência.

    ” Nossa esperança é que os visitantes saiam do museu um pouco mais sábios, um pouco mais felizes e um pouco mais motivados para tornar o mundo um lugar melhor.” (tradução do site oficial).

    O QUE ESPERAR NO MUSEU DA FELICIDADE

    De acordo com a matéria publicada na rádio francesa RFI na altura da inauguração, pela jornalista Fernanda Melo Larsen, o museu da felicidade é um local aconchegante, com capacidade de receber 25 pessoas por vez, devido às normas de covid-19 do país.

    Que conta com actividades interativas, lúdicas e experimentos mentais – por exemplo, participação de pequenos exercícios envolvendo luz e chocolate.

    Outro destaque falado na reportagem é a presença de artefatos que lembram momentos e histórias felizes de pessoas de todo o mundo, como um desenho de uma criança para a mãe.

    Além disso, os visitantes conhecerão sobre os seguintes temas:A geografia da felicidade; A política da felicidade; O laboratório da felicidade; A anatomia de um sorriso; A história da felicidade;

    PAÍSES NÓRDICOS – OS MAIS FELIZES DO MUNDO

    Não existe melhor lugar para a criação de um Museu da Felicidade do que nos países nórdicos. Tanto que, Relatório Mundial da Felicidade publicado pela ONU em 2020, a região ocupou cinco das sete posições iniciais dos países mais felizes do mundo:

    Finlândia – 7,809
    Dinamarca – 7,646
    Suíça – 7,560
    Islândia – 7,504
    Noruega – 7,488
    Holanda – 7,449
    Suécia – 7,353.

    A excelente colocação pode ser consequência de diversos aspectos, como a economia, saúde, sistema democrático, qualidade de vida ou suporte social; contudo, uma coisa é certa: existe investimento em pesquisa e políticas públicas voltadas a bem-estar.

    E apesar da felicidade parecer um assunto preventivo ou de segundo plano durante a pandemia, se analisada a longo prazo, continua pertinente. Como observado pelo pesquisador finlandês Frank Martela, na live de lançamento do Relatório Mundial da Felicidade, em março de 2020.

    ” Enbora a felicidade não pareça o tópico mais importante agora, existe relação entre as causas que explicam o alto nível de felicidade nos países nórdicos e porque estas sociedades possivelmente serão muito resilientes diante a epidemia.” Observou o pesquisador.

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