Angola regista mais cinco óbitos e 146 casos positivos

A província de Luanda registou três mortes por COVID-19, Malanje uma e igual numero em Benguela nas últimas 24 horas.

As vítimas são cidadãos nacionais, entre 54 e 75 anos, sendo quatro homens e uma mulher.

No mesmo período, foram identificados 146 casos positivos, menos 25 que no dia anterior, dos quais 16 em Benguela, um no Bengo e Cuanza Sul e 128 em Luanda, nas localidades de Belas, Cacuaco, Kilamba Kiaxi, Ingombota, Maianga, Rangel, Samba, Sambizanga, Talatona e Viana. Entre estes infectados, 96 são homens e 50 mulheres, com idades entre um e 81 anos.

O secretário de Estado para a Saúde Pública, Franco Mufinda, no ponto informativo sobre a COVID-19 deste sábado, 14 de Novembro, deu a conhecer também que 19 pacientes ficaram recuperados, menos 57 em relação ao último balanço, sendo sete em Luanda, igual número na Lunda Sul e cinco no Bengo, na faixa etária dos 20 aos 64 anos.

Angola regista 13.374 casos positivos de COVID-19, dos quais 322 óbitos, 6.345 recuperados e 6.707 activos. Entre os activos, 10 estão críticos, 18 graves, 186 moderados, 414 leves e 6.079 assintomáticos.

Nos diversos centros de tratamento da COVID-19 a nível do país estão 628 pacientes e 4.071 contactos directos e indirectos dos casos positivos estão sob vigilância epidemiológica.

Nas últimas 24 horas, foram processadas 3.337 amostras e descobertos neste universo os 146 casos positivos. O país conta com um acumulado de 190.111 amostras processadas, das quais 13.374 positivas, representando 7 por cento de taxa de positividade acumulada.

Nos centros de quarentena institucional estão 328 pessoas e 28 tiveram alta, sendo 22 em Luanda, quatro na Huila e dois no Cuando Cubango.

Nas últimas 24 horas, foram assistidos 122 utentes, 101 profissionais de saúde, 25 famílias de utentes pela equipa de saúde mental e de intervenção psico-social. Também 56 cidadãos receberam assistência psicológica pelas linhas telefónicas 144 e 145.

O Centro Integrado de Segurança Pública (CISP) recebeu 77 chamadas para pedidos de informação sobre a COVID-19.

Franco Mufinda apresentou ainda o quadro estatístico de variação de sintomas dos doentes internados. Neste quadro consta que oito em cada 100 doentes apresentam perda de olfato, sete apresentam febre e tosse, seis têm dores de cabeça e cinco com problema respiratórios.

Quatro em cada 100 doentes expressam irritação na garganta, perda de paladar, enquanto três em cada 100 doentes apresentam dor de peito, muscular e nas articulações, e fraqueza.

O estudo também reveleou que dois em cada 100 doentes expressam cansaço e diarreia, e 36 não têm sintomas da COVID-19.

Diante destes resultados e para evitar o pior, os cidadãos com estes sintomas, que estão relacionados à Malária, Dengue e Chicungunha, devem procurar as unidades sanitárias para efectuarem o teste da COVID-19 e conhecerem o seu estado serológico.

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