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    Morte de Valdemar Bastos empobrece cultura nacional

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    A informação sobre a morte do autor de “Pitanga Madura”, “Velha Chica”, entre outras referências do music hall angolano, foi confirmada à Angop pelo adido cultural da Embaixada de Angola em Portugal, Luandino de Carvalho.

    De acordo com o diplomata, Waldemar Bastos traduziu com muita qualidade a angolanidade da ” nossa música” e era com muita mestria que compunha os mais variados temas da cultura de Angola.

    “Deixou um legado para as futuras gerações que o deverão divulgar, respeitar e cantar”, acrescentou Luandino Carvalho.

    Por dentro
    Waldemar dos Santos Alonso de Almeida Bastos, conhecido como Waldemar Bastos, nasceu em M’Banza Kongo, capital da província do Zaire, a 4 de Janeiro de 1954.

    Começou por cantar com uma idade muito precoce, utilizando instrumentos do seu pai. Após a independência, em 1975, emigrou para Portugal.

    Ao longo dos mais de 40 anos de carreira, foi distinguido com um Diploma de Membro Fundador da União dos Artistas e Compositores (UNAC-SA) e com Prémio Award, em 1999, pela World Music.

    O jornal “New York Times” considerou, em 1999, o seu disco “Black Light” uma das melhores obras da época.

    Em 2018 foi distinguido, pelo Governo angolano, com o Prémio Nacional de Cultura e Artes, na categoria de Música.

    Discografia

    1983: Estamos Juntos (EMI Records Ltd)
    1989: Angola Minha Namorada (EMI Portugal)
    1992: Pitanga Madura (EMI Portugal)
    1997: Pretaluz [blacklight] (Luaka Bop)
    2004: Renascence (World Connection)
    2008: Love Is Blindness (2008)
    2012: Classics of my soul (2012)

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